07 setembro, 2016

Intuição

Sempre fui convicta sobre meu poder de intuir.
Sinto a emoção futura que virá e antecipo cenas que verei.
Não é fácil!
Porque dói o corpo e a mente se inquieta ansiosa para comprovar sua faculdade de perceber, discernir e pressentir as coisas,
independentemente de raciocínio ou de análise.
Eu sei, vai acontecer.
E diante da urgência em evitar o fato, eu me antecipo em mostrar o poder (como uma vantagem)
Causando desconfortos e mentiras de quem nem sequer sabe o que irá exatamente fazer.

Se eu grito a intuição,
Enlouqueço!
Se eu silencio a intuição,
Adoeço!

Qual o caminho então?
Meditação?
Qual a razão de uma intuição?
Proteção?
Que tipo de poder é esse que causa tanta inquietação?

Quanta pressão!!!

06 setembro, 2016

Das coisas que eu preciso

Das coisas que preciso:
urgentes,
necessárias,
ou vitais.
Não posso exigir do outro, aos gritos!
Nem esperar, em silêncio.

Urgentes, necessárias e vitais
São as coisas que eu preciso dar para mim
Sem esperar (aos gritos ou em silencio) que me deem.

Dos outros, preciso deixar que sejam o que são
que deem o que querem dar.

De mim, espero apenas a decisão consciente de aceitar ou rejeitar:
é de fato o que eu preciso?
é de fato urgente, necessário e vital?

E fazer, sair, lutar e conquistar...
as coisas que eu preciso!

Sem gritos e sem silêncio!
No verbo.
com ternura
respeito
e motivação.